Na última terça-feira (3), o presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB) esteve em Brasília cumprindo agenda institucional para fortalecer o apoio à criação do Dia Nacional do Associativismo, proposta que tramita no Congresso Nacional por iniciativa da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). A data sugerida é 15 de julho, em homenagem à fundação da ACB, em 1811, considerada a primeira entidade empresarial do Brasil e das Américas.
Durante a visita, foram realizados encontros com autoridades do Executivo e do Legislativo, entre elas o secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo, Gilberto Kassab, e o senador goiano Vanderlan Cardoso. Ambos receberam o livro “E aí? Isso é da minha conta?”, publicação de Cavalcanti que propõe uma reflexão sobre a responsabilidade cidadã na construção da democracia e apresenta os fundamentos da chamada Consciência Cidadã Participativa Transformadora.
“O associativismo é muito mais do que uma estrutura de representação. É um espaço real de construção da cidadania, onde se aprende a cooperar, a exigir com responsabilidade e a agir em favor do bem comum. Quando fortalecemos as entidades de classe, fortalecemos também a democracia e a capacidade da sociedade civil de se fazer ouvir”, destacou o presidente da ACB.
A criação do Dia Nacional do Associativismo busca não apenas consolidar uma data simbólica, mas também ampliar o reconhecimento público da importância das associações comerciais e empresariais no desenvolvimento do país. Além de impulsionarem a economia local, essas instituições cumprem historicamente funções sociais, educacionais e cívicas.
O projeto segue em tramitação legislativa, e a expectativa é de que a mobilização em torno da pauta incentive maior participação da sociedade civil nos debates sobre políticas públicas, sistema tributário, desenvolvimento regional e sustentabilidade institucional.
“É tempo de reconstruir a confiança entre sociedade e instituições. Isso só será possível com mais lucidez, engajamento e coragem cívica por parte de todos”, completou Cavalcanti.