Homenagem nacional valoriza sua contribuição para o fortalecimento do associativismo, da responsabilidade social e da participação ativa na vida pública
Em São Paulo, durante o 32º Almoço Empresarial do Clube Protagonistas do Brasil com MasterMind & Fórum das Américas, o presidente do Conselho Superior da Associação Comercial da Bahia e fundador do Movimento Via Cidadã, Paulo Cavalcanti, foi distinguido com o Prêmio de Ativista Social da ANUBRA – Associação das Nações Unidas – Brasil. A chancela da ANUBRA, alinhada aos princípios da ONU, reconhece personalidades que vêm gerando impacto real na vida social, econômica e cidadã do país.
A homenagem ocorreu no Palco do Protagonismo Brasileiro, diante de empresários, executivos, educadores, lideranças civis e representantes de organizações nacionais. O reconhecimento, segundo Paulo, reforça a responsabilidade de transformar propósito em ação.
“Receber o Prêmio de Ativista Social da ANUBRA é uma grande responsabilidade. Esse reconhecimento não é individual; ele representa o que conseguimos construir coletivamente quando fazemos política de forma suprapartidária, com propósito, ética e compromisso com as pessoas.”
O encontro marcou também um momento de integração entre setores, com networking estratégico e um painel inspirador que levou ao palco três grandes nomes do esporte nacional: Thiago Pereira (natação), Virna (vôlei) e Edmilson (futebol).
Ao longo da programação, Paulo compartilhou reflexões sobre participação cidadã e associativismo, defendendo que desenvolvimento sustentável depende de uma sociedade ativa e consciente, discurso alinhado ao pensamento que inspira seu novo livro, “Inteligência Cidadã – o que nos falta para transformar”, lançado na mesma ocasião.
“O Brasil não muda com espectadores. Muda com quem escolhe participar.”
O reconhecimento da ANUBRA firma mais um capítulo da atuação da Fundação Paulo Cavalcanti em defesa de uma cultura de responsabilidade cidadã, instituições fortes, ambiente econômico saudável e colaboração entre Estado, empresas e sociedade civil organizada. Um trabalho que não se constrói em eventos, mas na ação contínua de quem acredita que mudança real nasce das mãos de quem faz.